Política
Reinaldo reafirma que educação é a chave para o futuro do Brasil
Assessoria
Hoje, a União concentra cerca de 58% de tudo o que é arrecadado, enquanto os municípios — principais responsáveis pela educação básica — ficam com apenas 13,5% a 16,6% do bolo tributário, segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM). O resultado desse desequilíbrio aparece nos números. Enquanto os países da OCDE investem, em média, US$ 12.438 por aluno ao ano na educação básica, o Brasil aplica apenas US$ 3.872 — menos de um terço. Além disso, somente 24% dos jovens brasileiros concluem o ensino superior, contra 49% da média dos países desenvolvidos.
"Para mudar essa realidade, é preciso que o Governo Federal destine uma fatia maior dos recursos para quem está na ponta, onde a vida acontece. O Senado tem um papel decisivo na construção desse novo pacto federativo que priorize a educação como verdadeira chave para o futuro do país", afirma Reinaldo.
Não foi à toa que, durante seus dois mandatos como governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo investiu mais de R$ 500 milhões nas 347 escolas dos 79 municípios do Estado. Campo Grande é exemplo concreto dessa prioridade: ele reformou e modernizou todas as 76 escolas estaduais da Capital e implantou o ensino em tempo integral em 40 delas. No restante do Estado, foram 58 escolas com tempo integral. Também criou o MS Alfabetiza, programa que alcançou 100% dos municípios sul-mato-grossenses, reafirmando a convicção de que a boa formação educacional começa nos primeiros anos escolares.
A experiência bem-sucedida em Mato Grosso do Sul serve de modelo para o Brasil. O ensino em tempo integral, segundo Reinaldo, precisa ser política nacional. Daí a importância de um parlamento forte no Senado Federal para tratar a educação com a seriedade que ela merece — como de fato uma chave para o futuro.
Conhecedor profundo da realidade dos 79 municípios sul-mato-grossenses, Reinaldo Azambuja reforça que o municipalismo — priorizar os recursos onde a vida acontece e não na burocracia de Brasília — deve ser a pauta central no Senado para garantir desenvolvimento e dignidade às famílias brasileiras.